segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Criatividade anti-crise

Já ouviu falar em crise? Não me refiro à crise da banca ou do mercado imobiliário, que tem preenchido os telejornais nos últimos tempos. Falo da crise sentida na pele por milhares de portugueses, que se arrasta há muito mais que um par de anos. Da crise de que já se falava no tempo em que Barroso ainda cá vivia e jurava a pés juntos que o país estava de tanga. Da crise de que muitos de nós ouvimos falar quando andávamos na faculdade, convencidos que no final do curso o cenário seria melhor.
Farto de ouvir falar desse bicho papão, António Santos escreveu Dar a Volta Sem Dinheiro,um livro inspirador que narra a história (ficcional) de quatro amigos
que enfrentaram a crise com muita imaginação. Pelo caminho, o autor ensina-nos todos passos para pormos em prática os nossos projectos, mostra-nos que empreender está ao alcance de todos e que o dinheiro afinal não faz assim tanta falta! Princípios como o da criação de valor para a comunidade são mais determinantes para o sucesso do empreendedor do que a capacidade de investimento de capital.
Por tudo isto, aconselho a leitura a empregados, desempregados, precários e afins. Pode ser que alguns de nós se inspirem e que a ficção passe a realidade. Tentar não custa!

Espreite também o blog do livro.
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terça-feira, 3 de novembro de 2009
Nico
Nico Muhly, quinta-feira, no Teatro Maria Matos, às 22h00. Imperdível!
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Programa das Festas
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Amar (em) Nova Iorque
Há muito, muito tempo, alguém me ofereceu Paris, Je T'Aime. Bem, não foi assim há tanto tempo, mas a verdade é que foi uma surpresa encantadora. Será que também vamos ver New York, I Love You juntos?
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Casamentos - Parte III
E agora, já só falta uma para fechar a tour de 2009. Como será a música da grande noite?
Casamentos - Parte I
A saga começou a 30 de Maio e já lá vão três! Três amigas do coração subiram ao altar e fizeram juras de amor eterno. Por três vezes reunimo-nos para festejar o momento. E acreditem: a festa foi sempre rija! Aqui fica, um cheirinho da banda sonora destas grandes noites.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Apetece-me...
segunda-feira, 29 de junho de 2009
O princípio do fim
Chegaste de mansinho sem pedir licença ou avisar que vinhas. Assustaste-me como sempre me assusta tudo o que me interrompe o caminho de repente. Apoderaste-te da minha mente, corpo, vida num àpice e sem fazer muito alarido. Viraste-me a cabeça do avesso, roubaste-me o sossego, fizeste-me querer mais e mais.
Foste ficando. Eu fui deixando. Às vezes, partias e eu ficava sem ar e sem chão. Voltavas. Voltávamos. Eu acreditava que vinhas para ficar. Acreditava que nós seriamos sempre NÓS. Mas não, às vezes não éramos nós éramos TU e TU e TU. Então, eu lembrava-me que ainda era EU e deixava de querer ser NÓS.
Foste ficando. Eu fui deixando. Às vezes, partias e eu ficava sem ar e sem chão. Voltavas. Voltávamos. Eu acreditava que vinhas para ficar. Acreditava que nós seriamos sempre NÓS. Mas não, às vezes não éramos nós éramos TU e TU e TU. Então, eu lembrava-me que ainda era EU e deixava de querer ser NÓS.
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terça-feira, 5 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
O Filme
Há muito que quero escrever um post sobre o filme que mais gostei de ver este ano. Como o tempo não é muito, aqui fica o trailler alemão e uma amostra da banda sonora - que é irreprensível!
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
Sábado

Em Lisboa, chovia a potes. Na Arrábida, o sol escondia-se timidamente atrás das nuvens carregadas. Em Paris, estas meninas tocavam para deleite de quem as foi ouvir. E eu só pensava: "Apetecia-me tanto uma Sad Song!"
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Caos Calmo...
Sinto-me como a personagem de um filme. Ou por outra, sinto-me como o espectador que assiste sentado no cinema ao filme da sua vida. Os eventos sucedem-se em cadeia, sem que eu consiga reagir. Ou reflectir. Ou até sentir. O ano começou auspicioso, cheio de mudanças. A casa a estrear, o novo emprego, as perspectivas de uma carreira fulgurante num projecto inovador e ainda no começo. Tudo diferente do que eu experimentara até agora. Tudo o que pedira até então.
Passou um mês. Um mês apenas... O suficiente para eu perceber que, de facto, não há empregos perfeitos. Que os algarismos a mais na conta do banco nem sempre pagam a tranquilidade de espírito. Que sem um bom ambiente é difícil construir uma boa equipa. E que só as perspectivas de futuro nos podem fazer lutar por um projecto.
Passou um mês. Um mês apenas... O suficiente para criar um laço cúmplice. Para partilhar conquistas e frustrações. Para fazer projectos e vê-los cair por terra. Um mês apenas... O suficiente para a minha colega (e agora amiga) dizer basta e abandonar o barco. Para eu apanhar os cacos e tentar começar do zero novamente, como se nada fosse.
Passará mais um, dois, três, quem sabe? E eu deixarei para trás este caos calmo e lançar-me-ei outra vez à aventura. Baixar os braços é que não!
PS: E no meio deste turbilhão de emoções sabiamente recalcadas, surge uma preocupação maior... O medo da perda do meu querido avô... Porque, como aprendemos no filme, quase tudo na vida é reversível!
Passou um mês. Um mês apenas... O suficiente para eu perceber que, de facto, não há empregos perfeitos. Que os algarismos a mais na conta do banco nem sempre pagam a tranquilidade de espírito. Que sem um bom ambiente é difícil construir uma boa equipa. E que só as perspectivas de futuro nos podem fazer lutar por um projecto.
Passou um mês. Um mês apenas... O suficiente para criar um laço cúmplice. Para partilhar conquistas e frustrações. Para fazer projectos e vê-los cair por terra. Um mês apenas... O suficiente para a minha colega (e agora amiga) dizer basta e abandonar o barco. Para eu apanhar os cacos e tentar começar do zero novamente, como se nada fosse.
Passará mais um, dois, três, quem sabe? E eu deixarei para trás este caos calmo e lançar-me-ei outra vez à aventura. Baixar os braços é que não!
PS: E no meio deste turbilhão de emoções sabiamente recalcadas, surge uma preocupação maior... O medo da perda do meu querido avô... Porque, como aprendemos no filme, quase tudo na vida é reversível!
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terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Porque é Natal...
Porque é tempo de balanços, balancetes e balancés. De comemorar vitórias épicas, grandes sucessos, conquistas comezinhas. De menosprezar as derrotas, abafar os medos e ganhar fôlego. É tempo de reunir a família e sonhar 2009. É tempo de calar os velhos do restelo. Neste hiato, é tempo de esperança!
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Borges
"Se eu pudesse viver novamente a minha vida
Na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido,
Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiénico.
Correria mais riscos
viajaria mais,
contemplaria mais entardeceres,
subiria mais montanhas,
nadaria mais rios.
Iria a lugares onde nunca fui,
comeria mais sorvetes
e menos favas,
teria mais problemas reais e menos imaginários.
Eu fui dessas pessoas que viveu sensata
e minuciosamente cada minuto da sua vida;
claro que tive momentos de alegria.
Mas se pudesse voltar atrás trataria
de ter somente bons momentos.
Porque, se não o sabem, disso é feita a vida,
só de momentos; não percas o agora.
Eu era desses que nunca
iam a parte nenhuma sem um termómetro,
um saco de água quente,
um guarda-chuva e um pára-quedas;
se pudesse voltar a viver, viajaria mais leve.
Se pudesse voltar a viver
começaria a andar descalço no princípio
da Primavera
e continuaria descalço até ao fim do Outuno.
Daria mais voltas no carrossel,
contemplaria mais amanheceres,
e brincaria com mais crianças,
se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas vejam lá, tenho 85 anos e sei que estou a morrer."
Na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido,
Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiénico.
Correria mais riscos
viajaria mais,
contemplaria mais entardeceres,
subiria mais montanhas,
nadaria mais rios.
Iria a lugares onde nunca fui,
comeria mais sorvetes
e menos favas,
teria mais problemas reais e menos imaginários.
Eu fui dessas pessoas que viveu sensata
e minuciosamente cada minuto da sua vida;
claro que tive momentos de alegria.
Mas se pudesse voltar atrás trataria
de ter somente bons momentos.
Porque, se não o sabem, disso é feita a vida,
só de momentos; não percas o agora.
Eu era desses que nunca
iam a parte nenhuma sem um termómetro,
um saco de água quente,
um guarda-chuva e um pára-quedas;
se pudesse voltar a viver, viajaria mais leve.
Se pudesse voltar a viver
começaria a andar descalço no princípio
da Primavera
e continuaria descalço até ao fim do Outuno.
Daria mais voltas no carrossel,
contemplaria mais amanheceres,
e brincaria com mais crianças,
se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas vejam lá, tenho 85 anos e sei que estou a morrer."
Nice store

Chama-se Nice Day, Nice Things e descobri-a esta segunda-feira, em Aveiro, no final da minha jornada em busca das botas perfeitas. Já era de noite, estava um frio de rachar, mas a loja era tão bonita que não resisti a entrar. Com uma decoração de inspiração nórdica e, ainda assim, muito cozy, e roupa com um toque vintage, foi amor à primeira vista! A boa notícia? Também há cá em Lisboa, na Av. João XXI. Apaixonem-se em www.niceday.es.
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