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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Sábado


Em Lisboa, chovia a potes. Na Arrábida, o sol escondia-se timidamente atrás das nuvens carregadas. Em Paris, estas meninas tocavam para deleite de quem as foi ouvir. E eu só pensava: "Apetecia-me tanto uma Sad Song!"

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Últimas compras

Comedida, controlada, consciente, poupada, racional é assim que me defino como consumidora. Antes de me atirar às tendências da estação, faço sempre uma vistoria completa ao meu querido roupeiro para decidir o que fica e o que sai. É que, de outra forma, não estão permitidos novos intens! A selecção é 80% racional e 20% emocional e processa-se mais ou menos da seguinte forma: se não usei no último ano, vai fora; se já não me serve ou fica mal, também; se está completamente fora de moda, fica sujeita a segunda apreciação; se me faz recordar uma fase menos boa, por muito gira que seja, vai fora. Assim, só fico com as peças que realmente uso, que me assentam bem e que não carregam más energias. As rejeitadas dividem-se entre as categorias "vai ficar lindamente a x" ou "há mais quem queira". Por fim, aquelas peças absolutamente demodé ficam no armário na secção "dias melhores virão", porque nunca se sabe quando voltarão a estar na moda... E, claro, ainda podem fazer um brilharete no Carnaval! Mas nem sempre a selecção é pacífica. Por um qualquer motivo irracional, vou insistindo em guardar um ou outro par de jeans tamanho 32 que jamais irei vestir. No meu inconsciente, escondo o sonho secreto de voltar a caber neles, o que é ridículo tendo em conta que já não sou uma criança, nem mesmo uma teen, e já visto o 36 com alguma dificuldade. Mulheres, diriam alguns! Tirando um ou outro momento de ansiedade, esta fashion cleaning até é terapêutica e pode bem substituir uma sessão de meditação ou psicanálise. E, no fim, ainda há aquela sensação gratificante de poder dar o que já não me serve e está em bom estado a quem realmente precisa.
Feita esta escolha, faço com a estante dos livros: este li e não vou voltar a ler; este li e é óptimo para x ler; este não li, mas vou ler mais tarde; este gostei e vou voltar a ler; este gostei tanto que preciso de comprar mais deste autor, etc. Só fica o necessário e o superfluo vai embora, porque livros a ganharem pó são um desperdício, por isso mais vale encontrar-lhes um novo dono do que votá-los ao abandono. E, depois da última sessão de terapia arrumacional, fui para a FNAC gastar os meus últimos Cadeos nestas três "novidades":



E, se a eles juntarmos umas quantas pecitas de roupa, sinto-me quase uma SHOPAHOLIC!!!!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Maluquices

Porque a vida urbana (às vezes) é demasiado stressante, temos de perder a cabeça (de vez em quando) a bem da nossa sanidade mental! E, a pensar em todos os que andam embrenhados neste caos organizado, o grupo Todos a Marar preparou um evento muito especial: uma LUTA DE ALMOFADAS. Aqui fica o vídeo desta bizarra guerra, que teve lugar na Praça Luis de Camões, em Lisboa. Ah, e parece que é terapêutico, por isso se fosse pago devia deduzir-se no IRS!



PS: A ideia do post foi "roubada" ao Il Messagero do Desbobina, um blog a visitar!