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quinta-feira, 4 de março de 2010

Mais um na calha...


Beach House regressam a Portugal depois do Super Bock Em Stock para apresentar Teen Dream. O concerto está marcado para dia 17 de Março, na Aula Magna, e eu não vou faltar!

By the way, o concerto da banda de Victoria Legrand e Alex Scally no Cabaret Maxime foi o meu momento musical preferido em 2008.
PS: Sim, o concerto foi no Lux! Não sei onde andava com a cabeça, neste dia...

O melhor concerto de 2009...

Sei que já vamos no terceiro mês de 2010, mas hoje abateu-se sobre mim uma certa nostalgia... Além disso, como o presente ano tem sido parco em espectáculos,tenho tempo de sobra para passar em revista 2009 com o firme propósito de descobrir qual foi o seu momento musical mais marcante. Anthony And The Jonhsons, Andrew Bird, Jazzanova, Au Revoir Simone e muitos outros deram-me música no ano que passou. No entanto, nenhum outro me surpreendeu tanto quanto Whale Watching Tour, no Teatro Maria Matos, que juntou Nico Muhly, Sam Amidon, Ben Frost e Valgeir Sigurosson no mesmo palco. Talvez por ter ido sem qualquer tipo de expectativa. Talvez por andar com os sonos trocados e estar demasiado entorpecida. O que é certo é que entrei completamente em transe na primeiro nota e sai de lá a flutuar... [Juro que não bebi nada nem tomei nenhuma substância ilícita antes de lá entrar!] E o melhor mesmo foi estar sentada no MMCafé na mesa ao lado destes virtuosos músicos a beber-lhes as palavras, durante quase duas horas.

Aqui, fica uma pequena amostra. [Não faz jus ao espectáculo integral, mas foi o que se conseguiu arranjar.]



segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Cansar é morrer!


Amanhã "as meninas" vão arrasar Lisboa com um concerto há muito esperado. Depois de nos deixarem pendurados em Julho - eu não ouvi o anúncio do cancelamento e fui ao Alive para vê-las - voltam para matar saudades da gastronomia portuguesa! E a lista de petiscos pedidos para os jantares antes dos concertos na capital e na invicta inclui bacalhau e pasteis de belém, segundo confessaram numa entrevista à rádio a semana passada.
Mas o real motivo da visita é outro: Donkey, o álbum que dividiu a crítica. Já se sabe que não há amor como o primeiro e Cansei de Ser Sexy foi recebido com uma euforia consensual. E, nestas coisas da música, quando se faz um álbum como aquele é difícil manter o nível. Parece que todos ficam a torcer para que o segundo não suplante o primeiro e, mesmo que o faça, dificilmente se assume. Foi assim que muitas bandas se imortalizaram com um único trabalho - talvez com medo de estragar tudo com o temível segundo. Mas "as meninas" têm garra e não se deixam assustar com pouco. Pelo contrário, ousaram sair do seu registo inicial, apostaram numa sonoridade mais pesada, mais rock, mais punk - que, por vezes, me lembra um pouco os suecos The Sounds - e, ainda assim, muito dançável. Uns adoraram, outros disseram que ficava aquém das expectativas. Certo, certo é que elas continuam a vender que se farta. Nos quatro cantos do mundo. E eu acho muito bem!